Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico.
Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.
Augustus Waters tem dezessete anos, é alto e magro. Sorriso cafajeste, andar idem. É bonito e sabe muito bem disso. Gosta de música, livros e games. Grande adepto das ressonâncias metafóricas e da direção segura, na medida do possível. Seu osteossarcoma está em remissão há mais de um ano. E ele não tem medo de ir atrás da felicidade.
Hazel Grace tem dezesseis anos, olhos verdes e pele clara. Leitora voraz, tem uma sensibilidade bastante própria, ideias afiadas e câncer de tireoide com metástase nos pulmões. Gosta de All Stars Chuck Taylors, tem um livro de cabeceira e sabe o que Magritte quis dizer com “Isso não é um cachimbo”. Está bem, viva o Falanxifor!
Já ouviram dizer que nada acontece por acaso? Ou que tudo tem um motivo de ser ou estar? Pois é, essas não frases inventadas para que possamos nos sentir melhor em momentos de agonia... é realmente o que acontece. A história desses adolescentes é linda, marcada por problemas gravíssimos de saúde como o câncer e a amputação de uma perna.
Quando se conhecem tudo muda... passam a ser amigos, melhores amigos, namorados... até chegar ao fim de uma vida que foi realmente aproveita nos últimos instantes por assim dizer.

O livro e sua repercussão deram origem ao filme, que por sinal também é lindo.
Recomendo que leiam o livro e assistam o filme... os dois são de mais! Eu assisti o filme primeiro... o que despertou em mim uma imensa vontade de ler o livro. :D
Ass.: Andrezza Gonçalves
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